terça-feira, agosto 01, 2006

Closer

Há muito tempo que não via um filme que me deixasse com vontade de escrever como fiquei com este que começou em Valência e terminou em Oeiras.
Uma história crua, sem grandes romântismos, de sexo, paixão, amor, posse. Uma história de amor dos tempos modernos.
Em que as relações são equacionadas, sobre o que as segura, seja a necessidade de proteger alguém, de se sentir protegido, de se sentir amado ou por culpa. Em que a verdade nem sempre é o que parece... será que estamos mesmo preparados para aguentar com a verdade?

When I get back, please tell me the truth.
Why?
Because I'm addicted to it. Because without it, we're animals. Trust me.

What's so great about the truth? Try lying for a change, it's the currency of the world.


Como romântica incurável (apesar das tentativas para ultrapassar esta doença) aconselho a música de abertura - Damien Rice, The Blower's Daughter

1 Comments:

Blogger Maria Antonieta said...

Estás um bocadinho confundida... romantismo não é doença!!!
Mas uma coisa é certa, a vida é cruel (já to tinha dito).
Em tempos escrevi um post sobre as relações na sociedade contemporânea, em que falava precisamente neste tema. Depois acabei por apagá-lo por razões pessoais.
Mas um dia, eu e tu ainda havemos de ter um debate sobre o assunto. Será interessante...
Bjs***

quarta-feira, 2 de agosto de 2006 às 15:53:00 WEST  

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